Presidente do PRA-JA critica aumento da pobreza e miséria extremas dos angolanos 50 anos depois
O líder do PRA-JA Servir Angola criticou os níveis de pobreza que grassam a maioria dos angolanos 50 anos depois do alcance da Independência Nacional, num país, que segundo Abel Chivukuvuku “é potencialmente rico”.
Ao discursar nesta quinta-feira, 11 de Junho, na abertura da III Reunião Ordinária do Comité Político Nacional (CPN), na cidade do Huambo, sob o lema: “victória em 2027”, Chivukuvuku sublinhou que “não faz sentido um país rico ter um povo pobre”, acrescentando que uma das maiores contradições de Angola continua a ser a existência de enormes recursos naturais ao lado de elevados níveis de pobreza entre a população.
Para o presidente do PRA-JA Servir Angola, o primeiro objectivo de qualquer governação deve ser a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, ressaltando que “não faz sentido Angola continuar a ser vista como um país potencialmente rico enquanto grande parte da população enfrenta dificuldades económicas”, por isso, o político na oposição defende políticas públicas mais eficazes para combater a pobreza e promover o desenvolvimento social.
Na sua intervenção baseada em sete pontos, Abel Epalanga Chivukuvuku assinalou que a sua formação iniciou a traçar rota rumo às Eleições Gerais de 2027, ajustando as acções concretas para apresentar uma alternativa de governação credível, inclusivamente focado em servir Angola.
O líder do PRA-JA Servir Angola reiterou que o seu partido vai ser governo ou parte do governo, pelo que, segundo Abel Chivukuvuku, tem trabalhado afincadamente para o alcance do poder no próximo ano.
Diante dos mais de 300 membros da III Reunião Ordinária do Comité Político Nacional (CPN), na cidade do Huambo, afirmou que o PRA-JA tem um objectivo concreto quando for governo, pois entende não fazer sentido ter um país potencialmente com uma população pobre.
Sob o lema: “victória em 2027”, de acordo com Abel Chivukuvuku este lema não representa apenas uma meta eleitoral, mas um compromisso solene de transformação social, de justiça e de verdadeira alternância democrática.
“2027 não começa amanhã constrói-se hoje com o trabalho disciplinado e visão de cada um de nós”, afirmou Abel Chivukuvuku na abertura da III Reunião Ordinária do Comité Político Nacional (CPN) com a participação de 350 delegados.

Abel Chivukuvuku disse que o PRA-JA quer ser Governo não por causa do poder, mas sim para resolver os graves problemas que os angolanos enfrentam nomeadamente desemprego, fome, miséria e pobreza extrema.
O líder do Praja Servir Angola aproveitou a oportunidade para anunciar que o partido vai eleger nesta sexta-feira, 12, no encerramento do CPN, a direccão que vai conduzir a campanha eleitoral de 2027, com o respectivo mandatário.
“O PRA-JA é hoje um factor de muita atenção nacional e internacional, por isso, temos que preparar este processo eleitoral com muita responsabilidade”, frisando que a partir da reunião do Huambo serão renovadas as energias e alinhamento para o futuro país.
“Ao escolher Huambo para este encontro não é por um acaso. Esta terra que pulsa no coração de Angola, simboliza a força e união que o nosso povo exige e merece”, frisou.
A III Reunião Ordinária do Comité Político Nacional (CPN) do PRA-JÁ, que reúne na cidade do Huambo 350 delegados de todas as províncias do país, está a analisar a vida interna da organização, bem como a situação sócio-económica e política do país, cujo encerramento acontece nesta sexta-feira, 12 de Junho.
CK

