Assassinos do antigo futebolista Chinho continuam foragidos um ano depois do cometimento do crime

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Um ano depois do assassinato do antigo jogador da selecção principal de futebol de Angola, “Palancas Negras”, João dos Santos de Almeida “Chinho”, a sua família continua a clamar por justiça, por, até à presente data, ainda não ter sido esclarecido às razões que estarão por detrás do referido assassinato bem como os seus executores.

O irmão mais velho de Chinho, Bezerra de Almeida, disse à VOA que os familiares do ex-atleta não vão “cruzar” os braços enquanto o crime não for esclarecido.

Bezerra de Almeida recordou que Chinho foi morto “a 200 metros de um Esquadra Móvel da Polícia Nacional” e que “os órgãos de defesa e segurança não conseguem dizer nada, não conseguem esclarecer quem matou o Chinho”.

“O Chinho está a ser esquecido”, sublinhou Bezzerra de Almeida, acrescentando que “nós vamos continuar a lutar até sabermos quem matou o Chinho, quem são os envolvidos quem são os mandantes”.

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