Luanda: PRS critica aumento da pobreza e miséria nas famílias após 24 anos de Paz efectiva
O secretário provincial do PRS em Luanda, Novais Simão Samongole considera que, passados 24 anos após o alcance da Paz efectiva em Angola, os angolanos continuam a enfrentar uma vida de miséria que aumenta a cada dia que passa, resultante da alegada má governação do actual Executivo suportado pelo.
Os pronunciamentos foram feitos à imprensa durante um acto político de massas, realizado no domingo, 29 de Março, em alusão ao 35º aniversário do UMERS, braço feminino do Partido de Renovação Social, assinalado na segunda-feira, 30 de Março.
Segundo o político, tirando o calar das armas, o país clama pela paz social. “Essa paz, para mim, é apenas do calar das almas, pois a paz social não existe”, disse Novais Samongole, para quem “a fome aumentou e a miséria aumenta cada vez mais”, acrescentando que “a cesta básica está difícil, falta de emprego, da água e serviços básicos a população”.
Para o secretário do Partido de Renovação Social (PRS) em Luanda, “o que existe são as mentiras que os governantes alimentam à população angolana. O povo está com um sofrimento que nunca antes foi vivido”, constatou Samongole.
Por sua vez, a secretária da UMERS, em Luanda, organização feminina do PRS, Laurinda Eduardo, disse no seu discurso que, após 50 anos de independência nacional, as famílias vivem cada vez mais, uma situação lastimável.
“O país está a vivendo os 50 anos da independência, mas ainda é lastimável as condições de vida dos angolanos, o nível de miséria sobe dia após dias, a prostituição hoje acham normal e é feita em qualquer esquina da província de Luanda e o seu consumo é vitalício”, disse.
Laurinda Eduardo sustentou ainda que, o seu partido na capital do país, constata igualmente e com preocupação, o aumento da delinquência juvenil, da fome, desalojamentos de famílias das suas habitações, bem como o aumento de crianças fora do sistema normal de ensino, “e como resultado disso tudo”, segundo a secretária da UMERS, “temos uma Angola miserável”.
CK

