A justiça em nome do povo ou em nome da força de quem julga? – Marcos Filho

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Quando as pessoas sentem o remorso por terem sido vítimas de uma justiça que é violadora dos direitos mínimos,  a pergunta que se coloca é mesmo esta.  Quando se vai à busca da justiça se espera que o julgador saiba no mínimo ser justo ou se aproxime a noção de justiça.

Não são poucos os que serviram à justiça,  foram e nunca os seus nomes vieram ao de cima e de forma tão escura como se vai assistindo. Os casos deste juiz, António José Eduardo, traz ao de cima a verdade de que as instituições de ensino fazem a sua parte, mas não moldam totalmente o comportamento.

Nunca se devia pensar que, depois dos anos de formação, o resultado tivesse de ser este. Julgar e fazer com que cada sentença seja igual ao coração maldoso.

Hoje se invoca e é de lei que os juízes são  independentes,  porém,  isto nunca devia se igualar a que os juízes fossem vistos como anarquistas.  Sim, a independência é no agir legal e nunca fazer o que fosse negativo e vergonhoso.

A realidade deste juiz faz sim e com razão perguntar, será que um juiz só existe para ganhar o seu dinheiro e levar a sua família a ter condições em Angola ou em Portugal? A pergunta é colocada pelo facto de se estar a viver uma situação muito dolorosa.

A sociedade se pergunta, este juiz é filho de quem? Está aí em nome de qual pessoa? Sim é muita maldade para se estar numa instituição em que há pessoas que são sérias e servem o Estado.

O normal seria que este juiz nem se lhe desse a possibilidade de ser escrivão é totalmente sem preparação.

Os casos que surgem ao público são quatro (….). Isto deixa tranquilo os colegas.  Mesmo assim ainda julga? Quem se beneficia do mau trabalho dele? A vergonha devia ser para todos.

Não serve este juiz para falar em nome do povo, isto devia ser sabido e mais nada, que é um caça pão e não é parte da justiça.  Infelizmente,  há quem tenha pressa de ter algo e se esquece que entre ter dinheiro para construir uma casa, ou mandar a família a Portugal e fazer o trabalho do Estado,  se devia olhar para o trabalho do Estado.

CK

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