Comando da Polícia da Camama notifica PCA da Konda Marta sem determinar acusação
O Comando Municipal da Polícia Nacional da Camama, por meio da Secção Municipal de Investigação de Ilícitos Penais notificou o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa Konda Marta, Daniel Afonso Neto, no âmbito de um processo n.º 10341/025, que se desconhece a acusação e o queixoso.
De acordo com a notificação a que este portal teve acesso, o também Tenente-Coronel das Forças Armadas Angolanas (FAA) deve comparecer nesta quinta-feira, 29 de Janeiro no Comando Municipal da Camama da Polícia Nacional, para prestar declarações, devendo para o efeito contactar o investigador criminal António Florindo Cazola Manuel e pode estar acompanhado do seu advogado ou pessoa idônea.
“O comandante da Camana, Alexandre Minga, depois de ter sido fotografado pelas nas camponesas da empresa, quando tentava colocar uma empresa de segurança no terreno da Konda Marta, onde serão erguidas residências para mais de 1500 pessoas – população desfavorecida dentre eles trabalhadores e camponesas, e para demonstrar o poder, tal como tinha dito no local, que estava investido de poder, orientou o DIIP do seu município para abertura de uma queixa-crime com objectivo de intimidar a direcção da empresa”, disse Daniel Neto.

Segundo o PCA da empresa Konda Marta, à semelhança do que aconteceu recentemente em que supostos elementos da Direcção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP) teriam introduzido uma arma de fogo num dos quintais das camponesas atribuída a um cidadão, para alegar o Culatra trabalha com a dona Joana Magita, que se encontra detida na Comarca de Viana, numa queixa-crime aberta pelo Comandante-Geral, Francisco Monteiro da Silva.

