“Cidade de Motores” em Luanda acusada de tráficos de drogas e ilícito de moedas

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Uma operação de fiscalização conduzida pela Administração Municipal do Kilamba Kiaxi revelou um complexo esquema de ilegalidades no centro comercial conhecido como “Cidade de Motores”, localizado no bairro Soba Capassa (Golfo 2). As investigações apontam para o uso do espaço — destinado originalmente à venda organizada de peças e motores — como fachada para o tráfico de substâncias ilícitas e desvio de fundos públicos.

Segundo o portal “Repórter Angola”, a última operação de fiscalização conduzida pela Administração Municipal do Kilamba Kiaxi revelou um complexo esquema de ilegalidades no centro comercial conhecido como “Cidade de Motores de Angola”.

As reais informações apontam que, o espaço que inicialmente  destinado para à venda organizada de peças e motores  é uma fachada, na verdade serve para o tráfico de Drogas e substâncias ilícitas e lavagem de dinheiro ou branqueamento de capitais.

O fio da meada: Irregularidades administrativas

O Repórter Angola, sabe de fontes seguras que a intervenção da Administração local, começou após denúncias de moradores e comerciantes locais sobre a gestão opaca do espaço. Segundo fontes ligadas à Administração Municipal, foram detectadas graves falhas no processo de licenciamento de lojas e na cobrança de taxas que nunca chegaram aos cofres do Estado.

Auditores identificaram que dezenas de estabelecimentos operavam com alvarás falsificados, supostamente emitidos com a conivência de funcionários públicos já identificados. “Não se trata apenas de comércio informal, mas de uma estrutura montada para lavar dinheiro proveniente de atividades criminosas”, afirmou uma fonte sob anonimato.

Conexão com o tráfico de drogas

O ponto mais crítico da investigação do Repórter Angola, revela que a “Cidade de Motores” estava a servir de ponto estratégico para a distribuição de drogas cocaína em Luanda. Aproveitando o intenso fluxo de viaturas e mercadorias, redes criminosas utilizavam peças de automóveis e motores ocos para o transporte e ocultação de estupefacientes.

Fontes revelam ainda que , foram apreendidas quantidades não especificadas de substâncias de cocaína de cidadãos comerciantes Unidos provenientes de Nigerianos e Oeste Africanos , de peças de automóveis em Angola, além de material de pesagem oculto em oficinas que, oficialmente, deveriam prestar serviços de mecânica.

Reacção das autoridades e próximos passos

A administradora municipal do Kilamba Kiaxi, Naulila André, reiterou em comunicados recentes que a “tolerância zero” será aplicada contra qualquer agente público envolvido no esquema. A fiscalização no local foi intensificada e novas demolições de estruturas erguidas ilegalmente dentro do perímetro do mercado não estão descartadas.

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) já assumiu a parte criminal do processo, focando na identificação dos “barões” que financiam o tráfico na região e na recuperação dos valores desviados através da corrupção administrativa.

A inspecção identificou que dezenas de estabelecimentos, de cidadãos oestes africanos, operavam com alvarás falsificados, supostamente emitidos com a conivência de funcionários públicos já identificados.

“Não se trata apenas de comércio informal, mas de uma estrutura montada para lavar dinheiro proveniente de actividades criminosas”, afirmou uma fonte sob anonimato.

O ponto mais crítico da investigação revela que a “Cidade de Motores” estava a servir de ponto estratégico para a distribuição de drogas em Luanda. Aproveitando o intenso fluxo de viaturas e mercadorias, redes criminosas utilizavam peças de automóveis e motores ocos para o transporte e ocultação de cocaína.

A administradora municipal do Kilamba Kiaxi, Naulila André, reiterou em comunicados recentes que a “tolerância zero” será aplicada contra qualquer agente público envolvido no esquema. A fiscalização no local foi intensificada e novas demolições de estruturas erguidas ilegalmente dentro do perímetro do mercado não estão descartadas.

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) já assumiu a parte criminal do processo, focando na identificação dos “barões” que financiam o tráfico na região e na recuperação dos valores desviados através da corrupção administrativa.

Repórter Angola

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